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O defensor das nossas causas (Salmo 35)
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- Escrito por: Rev. Aldo Marcos Teixeira
- Categoria: Mensagens e Devocionais
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Há dores que se tornam mais profundas porque vêm acompanhadas de injustiça. Uma acusação falsa, uma amizade que se transforma em hostilidade, uma palavra distorcida por quem conhece nossa história. Nessas horas, a mente ensaia respostas, o coração exige reparação e o sono demora a chegar. Queremos que alguém conheça a verdade e nos defenda.
Como oramos quando isso acontece? Conseguimos apresentar nossa indignação ao Senhor? Ou deixamos que a mágoa determine nossas palavras e atitudes?
O Salmo 35 nos conduz à oração de um homem ferido. Davi enfrenta perseguições, acusações e traições. Em três movimentos repetitivos (versículos 1–10, 11–18 e 19–28), ele apresenta sua aflição, pede a intervenção de Deus e expressa seu compromisso de louvar. O sofrimento reaparece, mas a oração também. A fé aprende a voltar ao Senhor tantas vezes quantas forem necessárias.
Uma igreja verdadeira aos olhos do Senhor
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- Escrito por: Rev. Aldo Marcos Teixeira
- Categoria: Mensagens e Devocionais
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Texto base: Atos 2.42–47
A Igreja de Cristo não é reconhecida apenas por seus prédios, programas ou pelo nome que carrega. Sua verdadeira identidade aparece quando vive de acordo com a Palavra de Deus. Em Atos 2.42–47, Lucas descreve a comunidade formada depois da pregação dos apóstolos e mostra algumas marcas de uma igreja que pertence ao Senhor.
Aquele era um tempo de grandes mudanças. O evangelho de Jesus Cristo estava sendo anunciado, pessoas criam na mensagem e uma nova comunidade se formava. Lucas registra que os primeiros cristãos perseveravam no ensino dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações. Essas práticas não eram detalhes de uma rotina religiosa: expressavam a vida que Deus estava produzindo neles.
A graça de Deus vivida na prática: aprendendo a perceber seu agir diário
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- Escrito por: Rômulo Nunes
- Categoria: Mensagens e Devocionais
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Quando falamos sobre a graça de Deus, normalmente pensamos na salvação. E com toda a razão. Não existe dádiva maior do que ser resgatado da condenação, perdoado dos pecados e reconciliado com Deus por meio de Jesus Cristo. É pela graça que somos salvos, mediante a fé, e isso não vem de nós: é dom de Deus (Ef 2.8-9).
A graça salvadora é, portanto, especialmente preciosa para o cristão. Não fizemos nada para merecê-la. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados, incapazes de produzir a própria reconciliação com Deus. Contudo, por causa de seu grande amor, Deus nos deu vida juntamente com Cristo (Ef 2.1-5).
Entretanto, a graça não deixa de nos alcançar depois da conversão. Deus não nos salva e, em seguida, nos abandona para que prossigamos sozinhos. A graça que nos encontrou também nos sustenta. Ela nos ensina, corrige, fortalece e conduz. Deus nos salvou para que vivamos com ele, cresçamos em sua presença e aprendamos diariamente a depender dele.
Por isso, precisamos parar e observar. A vida cristã está repleta de manifestações da bondade de Deus que podem passar despercebidas quando vivemos apressadamente.
Leia mais: A graça de Deus vivida na prática: aprendendo a perceber seu agir diário
Um Chamado Improvável, Intencional e Irreversível de Jesus
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- Escrito por: Rev. Aldo Marcos Teixeira
- Categoria: Mensagens e Devocionais
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